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Robert Downey Jr. faz discurso emocionante na Premiere Mundial de Vingadores: Guerra Infinita
25.04.2018

Na premiere mundial de Vingadores: Guerra Infinita que ocorreu em Los Angeles na segunda feira, 23, Robert Downey Jr. fez um discurso emocionante onde ele destacou as mulheres da Marvel, Jon Favreau e o sucesso de Pantera Negra.

Robert foi o último a entrar no palco cumprimentando o público e os fazendo rir com seu discurso. Eu tenho umas palavras a dizer. Espero que tenham trazido comida, disse Downey. Ele começou prestando uma homenagem ao Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, por ter criado 19 filmes (até agora) interligados de forma inovadora.

Isso é um milagre. E se qualquer um de nós levasse todo o crédito, seria heresia, uma blasfêmia. Quer saber? Dane-se… não há de que!

Robert depois falou da sua história não tão gloriosa enquanto lutava contra o vício, perdendo empregos por causa de desentendimentos com a lei, e a recuperação e fuga daquela vida que o papel do Homem de Ferro lhe proporcionou.

Eu quero falar sobre o passado, presente e futuro. O passado para mim foi de 30 anos de dependência, depravação e desespero. Também conhecido como ‘Como Um Ator se Prepara’. O presente é esse momento de glória para todos nós. E o futuro é sempre incerto. Mas olhando para esses amigos atrás de mim, parece que as coisas podem melhorar, afinal. Nenhum de nós está em competição um com o outro. Estamos todos competindo uns pelos outros – e por você.

Enquanto a hora passava, Robert disse que iria começar a improvisar seu discurso.

Se você interpreta um super-herói em um desses filmes e ele funciona, você se torna uma grande estrela! Mas isso não quer dizer nada, a não ser que você use isso para alcançar algo maior. Você tem que pegar dicas dos colegas, da sua família e, ocasionalmente, até de um diretor de verdade. Dirigir um filme da Marvel é “extremamente perigoso”. É tudo ou nada. 

Em seguida, ele falou sobre a falta de diversidade por trás das câmeras no MCU, mas que as coisas estão finalmente mudando. Ele destacou a dupla de cineastas Anna Bowden e Ryan Fleck, que atualmente estão dirigindo Brie Larson em Capitã Marvel. Ainda elogiou Pantera Negra por ter feito história com o primeiro super-herói negro nas telonas.

Agora pelo menos metade da equipe de direção é do sexo feminino. Fazer esses filmes é tão desgastante. É essencialmente desenvolver ideias, planos. Mas nós não sabemos como fazer isso. Wakanda manda em tudo e com razão. Aliás, Wakanda para sempre!
Este é o MCU, bem na sua frente. É tudo sobre lutar pela igualdade. A ideia é abrir espaço para que outros tenham sucesso e superem nossas expectativas. Os filmes estão nos convidando a nos rendermos, a amar e estar à serviço. Eles são metáforas de como o nosso mundo deveria ser – ou poderia ser um dia, se nós lutarmos por isso. 

E claro que não poderia faltar Gwyneth Paltrow, a primeiríssima Primeira Dama da Marvel — como disse o Robert—, e agora há várias. Jon Favreau também não ficou de fora: “Quando eles falam do homem que começou tudo, é você, Jon. Você deu vida a isso.”

Por fim, Robert explicou que começou a rabiscar seu discurso na noite anterior, voltando da turnê internacional para o filme.

Eu estava acordado até tarde. Eu fiz uma nova tatuagem — eu não quero falar sobre isso, não é da conta de vocês! (risos)—. Eu estava acordado até tarde e escrevi isso, e acho que esse pode ser o maior discurso já escrito! Ou talvez eu esteja apenas exausto.

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postado por Maria Eduarda