Em uma entrevista para o site inquirer.net, Robert Downey Jr. contou como conheceu os Irmãos Russo, como anda a família, sua primeira vez como Tony Stark e se essa será sua última vez interpretando o personagem.


Uma pergunta sobre uma cena do filme onde ele está em uma nave espacial e Tony Stark está ficando sem oxigênio levou Robert a falar sobre dieta e idade.

“Isso é o que acontece em seus 50 e poucos anos”, disse o ator que completou 54 anos em 4 de abril. “Você acha que está de dieta, mas na verdade está ganhando peso lentamente, ao invés de perder o peso que você achava que estava perdendo. Ou, às vezes, você perde peso, mas depois ganha de novo.


Diferente da minha antiga dieta. Você lembra de mim quando…?” Robert riu, referindo-se ao seu passado público com as drogas e dependência de álcool. Sóbrio por muitos anos agora e com seu jeito de menino, Robert usava um terno azul e gravata com tênis em um quarto do Hotel InterContinental, no centro de Los Angeles.

Então, Tony Stark está preso em uma nave espacial. Se você ficasse preso em uma ilha e puder trazer três coisas com você, quais seriam?

Você. Uma escova de dentes para todos nós. E eu acho que qualquer chef francês de pastelaria, que provavelmente nos impediria de comer um ao outro (risos).

Como o próprio nome já diz, o filme pode ser o fim de uma era. Você pode falar sobre como ser o Homem de Ferro ajudou a criar esse Mundo Cinematográfico da Marvel?

Olha, estamos acostumados a uma vida inteira associada à relações íntimas que se rompem e depois acabam voltando. O que Kevin Feige deu a todos nós foi a oportunidade de continuar nos reunindo, quase como uma trupe de teatro ou um grupo viajante de excêntricos.
Olhando para trás, eu estava nos meus 40 anos no primeiro Homem de Ferro. Agora, estou nos meus 50 anos. Se você já está nos seus 50 ou já passou dele, sabe que é uma grande mudança. É muito gratificante ver o que o Jon Favreau (diretor dos dois primeiros Homem de  Ferro) tem feito com seu trabalho. É engraçado como esse grande final se tornou tão íntimo para todos nós.

Você sabia como o filme iria terminar antes de começar a filmar?

Conhecendo a Marvel, um final é um final até que eles digam o contrário.

Todos os principais artistas envolvidos nisso estiveram em diálogo com os cineastas por um tempo. Então, fluiu naturalmente. Além disso, no Universo Marvel, nada é definitivo porque eles têm todos os truques dos quadrinhos.

Eu não sou fã de filmes que são sérios demais ou pessoas que se levam a sério demais, inclusive eu. Há espaço para leveza. E essa é a parte que mais me interessa.

Você pode dizer se Ultimato é um adeus ao Homem de Ferro?

Eu tenho dois pensamentos. Um é, se você quer fazer Deus rir, diga a Ele seus planos. Dois é, eu sei que as pessoas são muito definitivas sobre o que estão fazendo e o que não estão. Eu tenho uma noção das coisas. Mas eu amo esse grupo de pessoas. Eu adoraria continuar em negócio com a Disney e Marvel de alguma forma. Mas você me conhece – fico entediado facilmente. O fato de eu ter ficado preso por tanto tempo nisso significa que esses filmes ainda estão se saindo bem.

Então você ainda não se desfez do traje?

Eu fico com a maioria dos trajes, sempre. Eles vão ter que tirá-los de mim (risos).

Se você pudesse dizer ao Robert Downey Jr. dos anos 80 o que iria acontecer na sua vida, o que você diria?

Atualmente, um filme dos anos 80 é algo de época, o que é loucura (risos). Mas eu já fui jovem e bonito há um tempo atrás. Seria legal se eu pudesse sussurrar em meu ouvido “Cara, você não tem ideia do que está por vir, então apenas cuide de si e fique por perto.”

Tem uma cena no filme em que o Homem de Ferro e o Capitão América apertam as mãos e o Homem de Ferro pergunta: “Você confia em mim?” e o Capitão América responde: “Confio.” Como é a sua relação com confiança?

Já me disseram que tenho problemas de confiança. E eu desconfiei da pessoa que me disse (risos). Confie em Deus, mantenha a casa limpa, ajude os outros. Esses são três grandes princípios que eu sigo.


Seu envolvimento com o Homem de Ferro antecede o envolvimento de Joe e Anthony Russo no Universo Cinematográfico da Marvel. Você pode contar a primeira vez que conheceu esses irmãos diretores?

Sim, dois bobões passeando em um carrinho de golfe a caminho de algum lugar. Eles falaram algo tipo, “Oi, somos Joe e Anthony Russo.” Eu estava vestindo um uniforme azul para o filme. Estava ocupado fazendo algo e disse “Sim, sim. Como vão?”. Marquei esse momento. Eu olho para trás agora e penso, quando você conhece alguém, esse alguém pode ser fundamental para a sua vida. E aliás, teria sido estranho se eu dissesse (para o russos), “eu sinto que estamos destinados um ao outro (risos).” Mas você também tem que merecer para ficar aqui. A Marvel não vai recebê-lo no clube se você não fizer o seu trabalho e fazê-lo bem. Por isso, foi incrível a prova que eles deram com Soldado Invernal. É quase inimaginável o impacto que os Russos causaram no MCU nos últimos cinco anos. No dia que eu os conheci não pude acreditar que eles trabalhavam para TV. E agora eles são meus diretores favoritos.

Você tem vontade de fazer algo diferente?

Minha patroa e eu fizemos um filme do qual tenho muito orgulho, chamado “O Juíz”. Fiz alguns Sherlocks e outros filmes. Eu tenho uma grande variedade de interesses, sou uma espécie de músico. Mas a desvantagem é que você não pode ter tudo.
Há coisas que suspendi por um tempo e que estou ansioso para voltar a fazer. Oscar Isaac conversou comigo sobre coisas que eu nem pensava há séculos. E começamos a falar sobre coisas que poderíamos fazer. Eu gostaria de juntar alguns dos atores e artistas que eu gosto e dirigí-los em algo. Seria divertido ficar do outro lado da câmera, ou eu iria odiar. Tipo: “Ai meu Deus, por que simplesmente não viramos a câmera para mim e eu te mostro como fazer isso (risos).

O que você diz a seus filhos sobre a vida? Qual deles acham a sua vida interessante? Quem se interessa na vida de seus pais? Não vamos nos enganar (risos). Eu diria  que daqui a 45 anos, meu filho poderá estar olhando para alguns arquivos em 3D numa nuvem ou algo assim. O que interessa ele agora são seus Legos, jogos, provocar a sua irmã, tentar pegar outro chocolate quando ninguém está olhando – só coisas importantes (risos).

Os seis Vingadores originais se reuniram com a Entertainment Weekly para falar sobre Ultimato, um dos filmes mais esperados do ano, sendo o 22° do Universo Marvel. Quase nada foi divulgado sobre o filme, inclusive os diretores, Joe e Anthony Russo disseram que grande parte do que está nos trailers não é real.

Apenas sabemos que Ultimato será o fim de alguns dos nossos queridos personagens. Kevin Feige também se juntou a conversa para falar sobre essa jornada até aqui.

Vocês não podem falar nada sobre Vingadores Ultimato, certo? Mas esse é o novo filme.

KEVIN FEIGE: correto.

ROBERT DOWNEY JR .: Isso mesmo.

Vocês querem inventar uma mentira ultrajante sobre os personagens de vocês?

JEREMY RENNER: A única coisa que posso garantir sobre Vingadores Ultimato, é que ele vai começar e então … vai acabar. Em algum ponto.

FEIGE: Não, não, não. Não diga isso!

RENNER: Ou é tudo contínuo. [Risos] apenas continua rolando!

 SCARLETT JOHANSSON: Eu vou ter um estresse pós-traumático depois dessa turnê de imprensa, quero dizer, honestamente que é bem estressante. No final de cada dia, eu fico acordada durante a noite pensando em todas as coisas que eu quase falei sem querer. Isso me deixa em pânico.

MARK RUFFALO: Ah, você acha que vai ter estresse pós-traumático?

JOHANSSON: [Sarcasticamente] Conte-nos sobre isso, Mark, como você se sente?

DOWNEY: Você é um infrator reincidente, Sr. Ruffalo.

Qual foi a maior coisa que você já contou sobre um filme, Mark?

JOHANSSON: [Para Ruffalo] Que tal aquela vez que você transmitiu os primeiros 10 minutos de Thor: Ragnarok?

DOWNEY: Isso, tem que ser esse.

RUFFALO: Esse foi o que fez com que os “grandões” da Marvel me dessem um puxão de orelha.

CHRIS HEMSWORTH: Espere, espere, isso foi realmente genial! Pode haver alguma estratégia nisso, porque o público riu muito durante aquela filmagem. Todos puderam ouvir a gente rindo. E eles disseram: “Deve ser bom!”

RUFFALO: Isso meio que se virou a meu favor, porque quando eu fui trabalhar na segunda-feira [no set do Vingadores] todo mundo correu até mim. Eu pensei que eles estavam vindo para gritar comigo – mas aí o Barry me deu um abraço e disse “Isso foi genial! Temos mais imprensa do que poderíamos ter pago!

FEIGE: Sim, Barry Curtis, nosso segurança supremo na Marvel Studios, que agora está imortalizado como guarda de segurança da Blockbuster em Capitã Marvel.

DOWNEY: [aponta para o entrevistador] Jogue suas cartas corretamente, tem uma breve participação pra você no futuro!

As pessoas sempre perguntam: o que vocês trazem para os personagens de vocês? Existem partes do seu personagem que se tornaram parte de vocês?

HEMSWORTH: Havia um sentido muito mais claro de quem o personagem era na primeira vez em que eu o fazia, e então… lentamente fui tornando o personagem mais brincalhão e divertido. Há mais de mim no personagem agora do que nunca teve. É o lugar mais honesto em que você pode operar como ator.

Conhecendo a todos, sinto que as relações pessoais começam a ecoar. O que você vê, a autenticidade do Homem de Ferro e do Capitão América quando estão na tela, há uma amizade real entre o Chris e o Robert. Então começa a transparecer, quer gostemos ou não.

CHRIS EVANS: É impossível não pegar um pedacinho. Sempre que você desempenha um papel, quando você está em um determinado espaço durante o dia todo, não pode deixar de levar parte desse lugar com você. Às vezes você desempenha papéis onde é muito cansativo, e pode ser algo como uma caverna escura, algo que você não pode esperar para terminar.

Outras vezes, você não pode esperar para estar de volta. E essa é a coisa divertida sobre o papel [do Capitão América]. Normalmente, quando você termina, fecha o roteiro e segue em frente. Este, você apenas colocou em hiato, porque você sabe que vai estar de volta. [Gestos para seus amigos do elenco] Da mesma forma que nós somos todos amigos, o personagem se torna um amigo também. É como se você estivesse visitando um “velho amigo”.

Como você se sente sobre isso, Robert? Você começou tudo isso.

DOWNEY: [Para Feige] Conscientemente ou não, Kevin, você nos colocou em uma posição onde vivíamos nossas vidas olhando uns aos outros nos olhos, fazendo esses momentos de grandes apostas, estando em apuros juntos, salvando uns aos outros e se preocupando uns com os outros. A insignificância de nossas vidas tem sido constante neste esforço massivo, e é impossível não ser humilhado por isso. [Pausa] Puts, se foi eu, então é completamente impossível.

JOHANSSON: Esses personagens lutaram com o passado deles, e eles lutaram com o seu destino, e acho que o que vemos nesses últimos 10 anos, somos nós nos tornando pessoas totalmente realizadas. Isso provavelmente reflete muitos dos sonhos que todos nós tivemos.

Quero dizer, apenas ter 10 anos crescendo, ter altos e baixos, e compartilhar nossas vidas uns com os outros, tem sido um verdadeiro pilar de força nos momentos mais malucos. Acho que é isso que o público também reage aos personagens, que vão crescendo de uma forma que reflete sua própria experiência.

Qualquer coisa que os atores tweetam ou falam sobre os personagens faz com que as pessoas realmente se exaltem. Isso parece estranho? Ou poderoso? Como vocês se sentem com isso?

RUFFALO: Um pouco assustado. Você se torna mais cuidadoso. Você tem uma responsabilidade maior. Você também vê o poder da narrativa. Uma coisa que eu acho sobre é realmente emocionante sobre esses filmes. é que eles se inclinam para frente na narrativa do bem contra o mal. Essas histórias tocam várias pessoas diferentes, com diferentes tipos de crenças.

E os Vingadores são realmente sobre se unir também.

RUFFALO: Sim. É sobre se unir. E também é sobre pessoas que tem suas diferenças, e Guerra Civil é o melhor exemplo disso.

[Downey coloca o braço em volta de Evans, os dois se apertam, sorrindo um para o outro.]

E olhe para vocês agora!

RUFFALO: Sim, eu sei, eles se amam! Eu sempre sinto que, de alguma forma, estamos sempre um ou dois passos à frente dessa cena política. Você sabe, os vilões vencem as vezes. E nós perdemos boas pessoas. E é preciso perder as vezes para você valorizar a vitória – e vencer não significa nada. Eu sinto que esta foi a última jornada em nosso … jogo final.

EVANS: Awwwww… olha o que ele fez aqui!

FEIGE: Muito bom, muito bom.

DOWNEY: isso é um ato redentor acontecendo em tempo real. Acho que você está quite com a Marvel agora.

[Risos]

Scarlett, a última vez que conversamos estávamos falando sobre a Viúva Negra e a falta de heroínas liderando nos filmes. Agora, há mais heroínas e você está fazendo um filme solo da Viúva Negra…

DOWNEY: Kevin, ela pode falar sobre o filme ou não?

FEIGE: Não anunciamos nada. Só anunciamos Ultimato e Homem-Aranha: Longe de Casa

JOHANSSON: O TEPT é real! Eu tenho tanta ansiedade!

Mas então, que papel você acha que a Natasha Romanoff e a Viúva Negra tiveram em mudar a forma como as pessoas enxergam heroínas? 

JOHANSSON: É uma boa pergunta. Eu não sei se tenho uma perspectiva total sobre isso, mas o personagem certamente cresceu. Eu acho que Jon Favreau (diretor de Homem de Ferro 2) ficou um pouco ofendido quando a chamei de “secretária sexy”. Ele ficou tipo: “Ela estava disfarçada!” Sim, verdade. Mas em Os Vingadores e o Soldado Invernal, ela teve a oportunidade de se tornar uma mulher que percebeu: “Oh, eu realmente não fiz nenhuma escolha ativa na minha vida.”

Como o Tony Stark fala no filme, o fim faz parte da jornada. Ano passado nos despedimos do Stan Lee depois de uma longa vida. Vocês tem alguma história comovente sobre ele ou em relação aos seus cameos nos filmes?

RUFFALO: Eu estava tão nervoso ao conhecê-lo, pensando se o meu papel como Hulk o agradaria. Eu só o encontrei na premiere de Os Vingadores. Cheguei próximo a ele e ele disse: Muito bem, garoto! E eu fiquei tipo isso é incrível, obrigado Sr. Lee! Além do Robert e do Kevin, eu não sabia se ele também ficaria feliz com o meu trabalho.

 E você Robert, conheceu o Stan Lee no primeiro Homem de Ferro?

DOWNEY: Sim, mas eu penso logo na cena de Guerra Civil quando o Rhodey e Tony estão tendo um momento no final e Lee está fazendo o papel do cara do Sedex. Ele é igual a gente, realmente o cara, mas ele é só mais um brincalhão e devemos capturar esses momentos na câmera também. E quando começamos a gravar ele fala “Eu tenho uma entrega para Tony Esterco!” (risos). Depois disso foi só ladeira abaixo. depois do primeiro take é tudo ladeira a abaixo.

SCARLETT: Eu tive uma experiência parecida com a do Mark. Eu acho que o conheci depois da premiere de Homem de Ferro 2, estava realmente nervosa. Eu não sabia como o público iria reagir à minha interpretação da personagem, principalmente porque eu não fui a primeira opção para fazer o papel. Mas depois o encontrei no cinema e ele estava muito animado o que me deixou bastante aliviada.

Alguns filmes caem no esquecimento depois de uma semana. Os filmes da Marvel duraram por uma década. O que vocês querem que as pessoas vejam nesses filmes daqui a 30 anos?

FEIGE: Vamos só esperar  que eles ainda estejam falando sobre os filmes em 30 anos. Isso seria legal.

RENNER: Eu absolutamente garanto isso. Quer dizer, é impossível que não falem.

FEIGE: Bem, nós estamos seguindo os passos do que Stan e Steve Ditko e Jack Kirby estavam fazendo quando eles eram um pequeno grupo em um escritório em Manhattan, se divertindo.

No final de tudo o que é engraçado é que atores me intimidam. Eu fico intimidado porque estou em frente a esses super-heróis com quem tenho sonhado. Eu levo uns 10 anos para me sentir confortável com as pessoas.

DOWNEY: [Sobre Feige] Eu vou só dizer isso, e você não vai gostar de ouvir.. Eu percebi com o tempo, nos últimos dias até, que se você olhar nos olhos de Kevin, ele está olhando para nós com amor, como um pai orgulhoso.

FEIGE: E como eu costumava olhar para vocês?

RENNER: Com desdém!

DOWNEY: Você costumava olhar com cara de preocupação. Só quero dizer que é realmente incrível que esse trabalho tenha sido um trabalho de amor, e você pode olhar para ele como um pai consciente. Agora vejo medo nos seus olhos (risos). Mas antes, tinha amor no seu coração e nos seus olhos por tudo isso e por todos nós.

FEIGE: Eu não tenho nenhum arrependimento, criativamente falando. Mas me arrependo de  não termos tido mais momentos como esse juntos.

Assista Vingadores: Ultimato a partir do dia 25 de abril, nos cinemas

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Quando a Marvel contatou o Chris Evans oferecendo um contrato de nove filmes, ele recusou, então o estúdio voltou atrás e diminui a quantidade de filmes para seis, mas Evans recusou novamente. Ele aceitou um convite para visitar a Marvel Studios, quando a empresa tinha sido recém comprada pela Disney, mas ele deixou claro que não estava planejando mudar de ideia.

A Marvel continuou persistindo e então Evans só resolveu aceitar a proposta após um telefonema encorajador de Robert Downey Jr, e falar com alguns amigos íntimos, em seguida, correu direto para um terapeuta pela primeira vez em sua vida adulta. Ele ama terapia agora, e vai sempre que seu horário permite, mesmo que nada esteja particularmente errado’’. 

Robert diz que assistiu Evans evoluir significativamente no decorrer de sua década na Marvel.

“Eu estive em centenas de cenas com esse cara, e ninguém ri mais do que ele. Às vezes ele me deixa constrangido, tipo, ‘Eu deveria ser mais engraçado?’ é como se ele estivesse apenas se libertando da ansiedade, eu também vi ele nesses últimos 10 anos, deixar de ser alguém que tinha ansiedade social para alguém que se tornou cada vez mais confortável por ser ele mesmo”



Robert também elogia Chris Evans como a pessoa mais engraçada nas mensagens de texto, maneira através da qual os principais ‘Vingadores’ se mantem em contato quando não estão juntos.

“Passei muito tempo apenas em repouso com esse cara, no set” diz Robert “Você sabe – o escudo está na mesa, e estamos esperando as câmeras ficarem prontas e posicionadas, eu tive alguns dos meus melhores momentos de gratidão quando ele estava olhando para mim na minha armadura, e eu olhando pra ele em seu uniforme, e estamos tipo, ‘Jesus, isso ainda está funcionando? Quanta sorte nós temos?’ “

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