Categoria: Capitão América: Guerra Civil

Em Capitão América: Guerra Civil, Robert Downey Jr. vive mais uma vez o Homem de Ferro. Nessa nova aventura, ele tenta convencer o Capitão América e os Vingadores a causarem menos estragos às cidades com suas lutas épicas

Homem de Ferro está de volta. Em Capitão América: Guerra Civil, que estreou na quinta-feira (28), Robert Downey Jr. interpreta mais uma vez Tony Stark, milionário que encarna o herói nas horas em que o planeta está em perigo. Nessa nova aventura, Stark enfrenta Steve Rogers (Chris Evans), nome de civil do Capitão América. Os dois entram em embate porque Stark defende que Os Vingadores, grupo de super-heróis que defende a Terra de grandes vilões, controlem suas ações, já que as grandiosas batalhas que eles travam contra criminosos têm afetado negativamente a vida dos humanos. Em entrevista, Downey Jr. fala mais sobre o novo trabalho.

QUEM:  O que está acontecendo com Tony Stark quando a história começa?
ROBERT DOWNEY JR.:
Nesse filme, existe uma pergunta no ar que é: “Por que ninguém incomoda esses Vingadores quando eles destroem os lugares por onde passam enquanto salvam o mundo?” E Tony está pensando que já está mais do que na hora de se discutir isso. Ele acha que os heróis não podem mais simplesmente agir com a mesma autonomia que tiveram até aquele momento.

Ao saber que faria esse filme, o que o empolgou mais no projeto?
RDJ:
Os filmes dos Vingadores são sempre essa coisa colossal, ambiciosa… Mas, para mim, esse filme foi uma ideia inteligente da Marvel. Você não quer ver os dois personagens dilacerarem seu relacionamento porque sabe o quanto isso pode se disseminar. O que tem de acontecer, então, para que haja qualquer tipo de equilíbrio ao final de um desentendimento como esse entre o Steve e o Tony?

Qual foi a parte mais divertida do longa para você?
RDJ:
Tem sido simplesmente um retorno a um sentimento de liberdade e colaboração, motivo pelo qual me juntei a esse grupo. Existe uma indústria massiva, mas, no final das contas, sou apenas eu no personagem de Tony Stark e ainda estou me divertindo.

Como que você acha que o público vai se conectar a esse filme?
RDJ:
Acredito que o público terá uma grata surpresa e ficará intrigado com as escolhas que o Capitão América faz. E Tony vai sempre bagunçar um monte de coisas. Ele tem perdas bem no início do filme e isso vai fazer com que ele queira se reconectar aos relacionamentos que ele já tem há muito tempo.

Como foi trabalhar com Anthony e Joe Russo?
RDJ:
Não tem nada que eu não goste em relação aos diretores. Eles são simpáticos à forma como trabalho, então dou um passo atrás e sigo a sua liderança. É a dança criativa que você quer que exista.

 

Fonte

# Capitão América: Guerra Civil, entrevista, Robert Downey Jr.

Depois de um longo (muito longo) tempo sem notícias, Robert nos deu um presentaço! Ele concedeu uma entrevista ENORME a Empire Magazine, contando detalhes do novo Vingadores e fala também sobre Guerra Civil. Vamos conferir:

Você poderia, é claro, chamar o Universo Marvel  de, a ”Casa que Construiu Robert Downey Jr”. Sem Robert Downey Jr. abrindo caminho como Tony Stark em Homem de Ferro lá em 2008, é provável que o MCU teria acabado e morrido muito antes de Avengers: Age Of Ultron que se tornou um ”brilho” nos olhos de Joss Whedon. Portanto, faz sentido que o segundo filme dos Vingadores gire em torno de Stark, com o plano bem-intencionado de Tony para aliviar a pressão sobre seus super-amigos através da criação de Ultron, uma força, digamos, ”policial”, dando errado no final. Quando Ultron praticamente ”imparável” torna-se auto-consciente e declara a humanidade ingrata, é então que Tony, com um sentimento de culpa, terá que enfrentar a sua criação frente a frente. O efeito que isso terá sobre o Stark, será fascinante, uma vez que Downey está prestes a começar a trabalhar em Capitão America: Guerra Civil, que vai colocar o gênio, playboy ,bilionário e filantropo contra Chris Evans, Steve Rogers.

Da última vez que nos falamos, no set, você ainda não tinha trabalhado com o seu velho amigo James Spader nesse filme. Como foi essa experiência?

Ele poderia ter feito isso de forma fácil e em vez disso, ele disse: ”Não, se eu vou fazer isso, eu quero ter a experiência”. Ele tem o seu grande hit show (The Blacklist) e eu sinto que ele só queria um verdadeiro contraponto a isso, queria realmente fazer algo que pode ser extremamente difícil e ingrato. E ainda mais a voz e a personalidade que ele investiu neste vilão icônico, eu achei incrível, mas também era meio bobo. Eu o conheço desde, literalmente, meu primeiro filme em Los Angeles, Tuff Turf e Less Than Zero, e ele tem sido sempre recluso. Então eu não podia falar com ele por uma década, mas ele é um daqueles caras que quando você esta´no telefone ele diz coisas tipo, (imitando a voz de Spader) “De qualquer forma, Bobby, o verdadeiro amor romântico é … bem, eu estou nele. Você estava dormindo? Você se importa se eu me sentar? ” Ele é apenas o James. Ele está entrando e fazendo essa coisa de Shakespeare jazzy, e você acredita que alguém que tem muita personalidade e muita sagacidade e essa capacidade muito emotiva é uma ameaça. Isso é o mais importante.

Você fez cenas com ele usando os Captores de Movimento, com um rosto gigante do Ultron suspenso a uma altura de três metros  acima de seu rosto. Isso foi surreal?

Honestamente, não mais surreal do que o que acontece em qualquer um desses filmes. Age Of Ultron é como o princípio e um fim. No roteiro há um monte de referências a isso – é o fim do começo, o começo do fim (momento para refeltir) – e, honestamente, o que eu mais gostei de presenciar e fazer foi, ficar em Shepperton e em Richmond perto da casa de Hemsworth, sair com James e conhecer Aaron Taylor-Johnson e todos esses novos membros do elenco, é uma loucura. É simplesmente incrível o que ocorreu e como parte do maquinário de entretenimento popular se tornou. Tornou-se o padrão de ouro do gênero nos cinemas, e é apenas um monte de pessoas talentosas e muito legais, que vão coçar a cabeça, mas irão arregaçar as mangas e dizer: “Ok, não vamos levar isso muito a sério mas vamos continuar a tomar esta tão a sério como nós fizemos quando fomos perguntar se devemos participar da festa “.

Como alguém com um grande filme do Homem de Ferro em seu currículo, mas também um não-tão-grande filme do Homem de Ferro em seu currículo, o que isso lhe ensinou quando você está indo em mais um enorme seguimento como este?

Você nunca quer se apoiar em coisas que você fez, sabendo que ele era como um pára-quedas de back-up, você não quer fingir que não há um back-up para o pára-quedas de back-up (?). E a abordagem de ontem não necessariamente funciona hoje. Isso é o que eu realmente gosto. Como você faz isso? Como é que você nunca fez isso? Como você fez isso antes, e como é que você vai fazer isso da próxima vez? Eu acho que, em última análise, tudo se resume à própria auto-depreciação de Mr. Whedon, que é mais exigente em si mesmo do que ele poderia ser com qualquer outra pessoa. Mas ele é específico e no comando e eu o encontrei para se divertir um pouco mais dessa vez, ao mesmo tempo mantendo-se a um padrão mais elevado. Você não pode fazer a mesma coisa, só que menor, não tão legal. Há outra armadilha – onde, “Tudo é maior! Melhor! Sabe quantos gigabytes foi utilizado na sequência de abertura? Quantos terabytes?” Em última análise, tudo se resume a isso.

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